A reação do Conselho Federal de Medicina contra a vinda de 6 mil médicos cubanos é muito mais do que uma atitude corporativista: expõe o pavor que uma certa elite da classe médica tem diante dos êxitos inevitáveis do modelo adotado na ilha, que prioriza a prevenção e a educação para a saúde, reduzindo não apenas os índices de enfermidades, mas sobretudo a necessidade de atendimento e os custos com a saúde.
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&lang=PT&cod=75340

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