
Na foto estão: a voluntária Neusa, as professoras Raissa e Micheli, a diretora Dejane, a voluntária Catarina e a agrônoma Larissa.
O Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Nice Braga, localizado no Bairro Luther King, em Francisco Beltrão, contou com o apoio do Coletivo de Agroecologia da Assesoar e das voluntárias da Horta Amarbem–CIMMAD na construção de uma horta vertical autoirrigável.
A atividade contou com a participação da agrônoma Larissa Simão, das voluntárias Neusa da Silva Garcias e Catarina Meneses, que foram recebidas pelas professoras Raissa Siqueira de Wallau e Micheli Nicolodi Balbinotti, além da diretora Dejane Antoniolli Nesi.
Durante a ação, o grupo contribuiu com mudas de hortaliças e ervas medicinais, além de insumos agroecológicos, para a implantação da horta, construída com garrafas PET e pallets reaproveitados. A iniciativa integra o projeto pedagógico “Jardim que Alimenta”, elaborado pelas professoras Raissa e Micheli.

Segundo a agrônoma Larissa Simão, o Coletivo de Agroecologia da Assesoar busca fortalecer parcerias com escolas interessadas em promover uma alimentação mais saudável e uma convivência mais próxima com a natureza.“Junto com as voluntárias do CIMMAD conseguimos orientar o uso correto das ervas medicinais, que podem ajudar a acalmar as crianças, aliviar uma dor de barriga ou trazer conforto em uma gripe. Tudo de forma natural, com chás preparados a partir das plantas colhidas direto na horta da escola. Isso é saúde e consciência ambiental caminhando juntas”, destaca Larissa.
A professora Raissa de Wallau, idealizadora do projeto, explica que o objetivo é contribuir para uma educação mais sustentável, aproximando as crianças do contato com a natureza e incentivando hábitos alimentares saudáveis. “A horta, além de fornecer alimentos frescos e terapêuticos, será um espaço de aprendizado, que estimula a consciência ambiental, o consumo responsável e a valorização da agroecologia desde a infância”, afirma.
As crianças participaram ativamente de atividades educativas, aprendendo sobre alimentação saudável, o cultivo de hortaliças e a importância de experimentar novos alimentos. O uso de materiais reaproveitados — como as garrafas PET e os pallets — reforça o compromisso com a reciclagem criativa, evitando o descarte de resíduos e promovendo a economia circular.
Para Raissa, o projeto representa a união entre ciência, sustentabilidade e saúde, transformando materiais simples em um recurso educativo e produtivo.“Queremos que a experiência da horta vertical autoirrigável seja fácil de reproduzir em outras escolas, residências e comunidades”, conclui a professora.

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